Janela...
Hoje olho pela janela e vejo São Paulo com seu rosto mais tradicional. Céu carrancudo lacrimejando sua garoa triste.
Postado por Nelson Natalino em
06:08 PM
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Dia da Árvore

Natureza Urbana - Praça Ramos de Azevedo - São Paulo - Fevereiro de 2007






Postado por Nelson Natalino em
03:46 PM
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Renan...
Chego de viagem, beijo a esposa e quero logo saber das novidades políticas:
-Quem vai assumir a presidência do senado no lugar do Renan Calheiros?
Ela resmunga alguma coisa que eu não entendo.
- O quê, mulher? Fala mais alto.
- Ele foi absolvido.
- Foi o quê?
Absolvido, ela grita.
Não precisava gritar. Continuei sem entender.
Tem coisas que não entendemos nem de um jeito, nem de outro.
Como dizia o Jô com sua personagem que curiosamente, também chegava de viagem: -Me tira o tubo!
Postado por Nelson Natalino em
03:55 PM
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Antiga lenda Shao-Lin

Conta uma antiga lenda que na Idade Média um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher. Na verdade, o autor era pessoa influente do reino e por isso, desde o primeiro momento se procurou um "bode expiatório" para acobertar o verdadeiro assassino.
O homem foi levado a julgamento, já temendo o resultado: a forca. Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história.
O juiz, que também estava combinado para levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado que provasse sua inocência. Disse o juiz: sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do Senhor: vou escrever num pedaço de papel a palavra INOCENTE e no outro pedaço a palavra CULPADO. Você sorteará um dos papéis e aquele que sair será o veredicto. O Senhor decidirá seu destino, determinou o juiz.
Sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis, mas em ambos escreveu CULPADO de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance do acusado se livrar da forca. Não havia saída. Não havia alternativas para o pobre homem. O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um. O homem pensou alguns segundos e pressentindo a "vibração" aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou na boca e engoliu. Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem. "Mas o que você fez?" E agora? Como vamos saber qual seu veredicto?" "É muito fácil", respondeu o homem. "Basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos que acabei engolindo o contrário." Imediatamente o homem foi liberado.
MORAL DA HISTÓRIA:
Por mais difícil que seja uma situação, não deixe de acreditar ate o último momento. Saiba que para qualquer problema há sempre uma saída. Não desista, não entregue os pontos, não se deixe derrotar. Persista, vá em frente apesar de tudo e de todos, creia que pode conseguir.
Postado por Nelson Natalino em
09:27 PM
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