Ontem, eu fui assisitir "O Ponto" com a atriz suiça Gardi Hutter em interpretação "clown" da personagem Joana.
Com total domínio do palco, técnica e público, Gardi dá um show de interpretação, arrancando risos da platéia durante os 75 minutos de espetáculo (aproximadamente) .
Se você quer dar boas risadas, não perca. Ela fica até domingo no Salão Nobre da Caixa Econômica, na Praça da Sé, 111. Importante: Com patrocínio da Caixa, o ingresso é gratuito. Basta retirá-lo uma hora antes do espetáculo. Mas chegue bem mais cedo pois são poucos lugares (creio que 150) e os ingressos esgotam rapidamente.
Sábado às 20h e domingo 19h. Não perca! Sinopse: Joana, personalidade clown consagrada na peça Joana D’arpo, é um “Ponto” que vive para e também sob o teatro.
Com sua modesta casa montada embaixo de um palco antigo, Joana é uma trabalhadora apaixonada, que tem a vantagem de quase não precisar sair da cama para cumprir a sua função. Invisível para o público e visível para os atores apenas da cintura para cima, Joana veste-se só pela metade e reconhece os atores pela voz... e pelo cheiro do pés. Trata-se da memória viva dos atores durante as apresentações: uma vez esquecida a fala, cabe ao “Ponto”, discretamente, sussurrar trecho que se segue.
Entretanto, um dia, o velho teatro é substituído por outro, mais moderno. E ninguém se lembrou de informar O Ponto do que estava por acontecer...
Veja a seguir um trecho do espetáculo:
Produção:
Postado por Nelson Natalino em dezembro 18, 2009 09:05 PM